Feriadão ...
Copa do Mundo
Essa é só para satisfazer o meu lado supersticioso ...
No primeiro fim-de-semana da Copa do Mundo eu assisti a todos os jogos. Deu um puta azar porque acabei errando vários jogos no bolão do trabalho. Nesse fim-de-semana, prolongado diga-se de passagem, resolvi acompanhar a Copa do mundo mais à distância. Obviamente, acertei vários jogos na cabeça e melhorei minha posição no bolão. :-)
Fora isso não tenho muito o que comentar. Tenho lido tanto sobre a Copa do Mundo esses dias que fico com a sensação que tudo já foi dito. De memorável mesmo, pelo menos para mim, foi todo mundo na casa da minha sogra torcendo para a Coréia e a Hannah sozinha gritando "França! França!". Isso acabou me deixando dividido porque se por um lado eu quero mais que Les Bleus vão para casa mais cedo, por outro o prazer que a Hannah ia ter em tripudiar todo mundo ontem ia solidificar a paixão pelo futebol de uma vez por todas nela.
Mas, como ela também precisa aprender a lidar com decepções, a Coréia ganhou e, para orgulho do papai, ela aguentou bem as gozações. Com orgulho principalmente porque isso é uma coisa que ela ainda precisa aprender a fazer bem. Tem a ver com cair e levantar de novo, mas é difícil de ensinar isso para as crianças (o que faço é derrubar a Hannah propositalmente de vez em quando, mas que dá uma dó, ah isso dá ...)
Lost
Apesar do feriado prolongado, acabei ficando em casa mesmo por conta da grana estar meio curta e de diversos compromissos sociais dos meus filhos. Entre uma festinha de criança e outra, aproveitei para assistir à primeira temporada de Lost (em DVD ... quem precisa de TV à cabo ou esperar 25 semanas para assistir todos os episódios?).
Vamos começar pela parte ruim: tinham me falado tão bem da série que fui com expectativas muito altas. E como sempre acontece nesses casos, acabei ficando um pouco decepcionado.
Mas como também quase sempre acontece, a série na verdade é boa. Minhas expectativas é que eram muito altas.
A série realmente é bem viciante, os episódios são montados de forma a sempre terminar em um cliffhanger. E isso, quando se está assistindo em DVD com todos os episódios à disposição pode causar problemas. Tanto que a Érica e eu assistimos uns três episódios por noite e mesmo assim eu ainda precisava fazer um pouco de esforço para não continuar na sala e varar a noite assistindo.
O que eu achei mais bacana é a forma de narrativa. No início da série, todos os personagens são iguais, isto é, todos são sobreviventes de desastre aéreo. E só. Aos poucos, vão sendo introduzidos as características específicas de cada um e brincando com as imagens preconcebidas que temos em nossa cabeça: esse cara é o herói, aquela é a mocinha, este é o vilão, aquele outro é o pai relapso com dificuldades com os filhos, a loura burra, e por aí vai.
Aí começam os flashbacks e todas essas imagens caem por terra ou são distorcidas de formas interessantes. Achei muito bacana essa maneira como os flashbacks mudam o contexto das situações presentes que já foram contadas antes. Isso, mais do que o mistério da ilha (que para mim até aqui parece meio solto, quase improvisado), é o ponto forte da série.
No mais, muita correria, algumas forçadas de barra e diversão garantida. Preciso agora arrumar a segunda temporada para assistir.
Trabalho corrente
Enquanto meu primeiro livro fica mofando em uma gaveta esperando uma revisão que provavelmente nunca virá (finalmente entendi um "conselho" para novos escritores que li há algum tempo que mandava queimar o primeiro livro), comecei a trabalhar no segundo.
Os trabalhos estão andando de forma lenta mas firme. Se tudo der certo até o final do ano vou acionar os beta readers (vocês sabem quem vocês são, portanto preparem-se!).

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