Apocalypto
Quando este filme passou no cinema eu não dei muita bola. Talvez por conta da Paixão de Cristo, que apesar de bacaninha me deixou com uma sensação de "E daí?" no final.
Mas aí alguns amigos fizeram uns elogios e eu encontrei o filme dando sopa na prateleira da locadora no último fim-de-semana. Resolvi arriscar.
O enredo é um pouco previsível, principalmente por conta de um foreshadowing (termo em português? alguém? alguém?) meio tosco em algumas situações, mas ainda assim o filme é muito gostoso de se assistir.
É essencialmente um filme de ação e, como tem se tornado uma marca registrada do Mel Gibson, a violência é mostrada de forma crua e não censurada. Por crua quero dizer realista e não estilizada como em 300. No filme sobre Esparta a violência é bem mais explícita, mas é tão estilizada que não chega a chocar. Já no filme do Mel Gibson a violência é menos explícita (embora explícita o bastante) e menos frequente mas choca pelo realismo como é mostrada.
Mas o grande trunfo é que a história é centrada nos personagens (dã). Eles parecem pessoas de verdade, a ponto de você conseguir entender exatamente o porquê deles fazerem o que fazem. Então, apesar de vários clichês previsíveis e situações exageradas, as coisas parecem fazer sentido e você acaba comprando o filme (a tal da imersão).
Foi a surpresa boa do fim-de-semana. Quem não assistiu, vale a pena dar uma olhada.
No lado mais literário do meu lazer, depois de tomar uma overdose de Jane Austen (Emma e Razão e Sensibilidade), dei uma desintoxicada lendo As Aventuras de Sherlock Homes e agora estou lendo pela primeira vez F.Scott Fitzgerald, mais específicamente "O diamante do tamanho do Ritz" (na verdade uma coletânea de contos que também inclui "Bernice corta o cabelo" e "O palácio de gelo").
E não é que o cara sabe escrever? ;-)
Mas aí alguns amigos fizeram uns elogios e eu encontrei o filme dando sopa na prateleira da locadora no último fim-de-semana. Resolvi arriscar.
O enredo é um pouco previsível, principalmente por conta de um foreshadowing (termo em português? alguém? alguém?) meio tosco em algumas situações, mas ainda assim o filme é muito gostoso de se assistir.
É essencialmente um filme de ação e, como tem se tornado uma marca registrada do Mel Gibson, a violência é mostrada de forma crua e não censurada. Por crua quero dizer realista e não estilizada como em 300. No filme sobre Esparta a violência é bem mais explícita, mas é tão estilizada que não chega a chocar. Já no filme do Mel Gibson a violência é menos explícita (embora explícita o bastante) e menos frequente mas choca pelo realismo como é mostrada.
Mas o grande trunfo é que a história é centrada nos personagens (dã). Eles parecem pessoas de verdade, a ponto de você conseguir entender exatamente o porquê deles fazerem o que fazem. Então, apesar de vários clichês previsíveis e situações exageradas, as coisas parecem fazer sentido e você acaba comprando o filme (a tal da imersão).
Foi a surpresa boa do fim-de-semana. Quem não assistiu, vale a pena dar uma olhada.
No lado mais literário do meu lazer, depois de tomar uma overdose de Jane Austen (Emma e Razão e Sensibilidade), dei uma desintoxicada lendo As Aventuras de Sherlock Homes e agora estou lendo pela primeira vez F.Scott Fitzgerald, mais específicamente "O diamante do tamanho do Ritz" (na verdade uma coletânea de contos que também inclui "Bernice corta o cabelo" e "O palácio de gelo").
E não é que o cara sabe escrever? ;-)

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